cigarro eletronico faz mal

Cigarro eletrônico faz mal? As 2 faces da “moeda”!

O cigarro eletrônico também conhecido como vaporizadores estão mostrando cada vez mais sua eficácia no combate ao tabagismo, mas será que o cigarro eletrônico faz mal?

A verdade é que o cigarro eletrônico é algo novo e ainda não existem estudos que podem concluir os impactos que eles podem causar de forma assertiva.

Isso torna difícil a resposta que todos buscamos, principalmente quando tem dinheiro em jogo.

A imagem de algo que pode salvar as pessoas do cigarro comum pode ser difamada e isso vem acontecendo não só no Brasil, mas em vários países do mundo.

Políticos, a indústria do tabaco e outras instituições gigantes, tentam combater o que parece ser uma afronta ao bolso deles.

Neste conteúdo, tentaremos da melhor forma possível, tirar qualquer tipo de dúvida sobre o tema: o cigarro eletrônico faz mal?!

Você lerá esse breve texto e tirará sua própria conclusão através do que iremos te revelar aqui hoje.

Cigarro eletrônico faz mal?

Nos dias atuais, onde a onda vape vem crescendo absurdamente, principalmente como alternativa para as pessoas pararem de fumar o cigarro comum, muitas perguntas parecem ainda ser um mistério:

  • Cigarro eletrônico faz mal?
  • Cigarro eletrônico Juul faz mal?
  • Cigarro eletrônico faz mal a saúde?
  • Cigarro eletrônico com essência faz mal?
  • Cigarro eletronico sem nicotina faz mal?

Para sabermos as respostas ideias para essas principais perguntas das pessoas pelo Google, precisamos analisar fatos reais e é justamente isso que vamos fazer a partir de agora.

O que a ciência diz sobre o uso de cigarros eletrônicos?

Principalmente no Reino Unido, o cigarro comum tem sindo há anos a principal causa de incapacidade física e morte.

A nicotina é uma substância viciante, mas as outras substâncias químicas contidas no cigarro convencional são os causadores deste sofrimento.

Para você ter uma ideia, vamos trazer uma prévia de um belo artigo, publicado por Jacob Sullum, um grande escritor da Forbs.

No ano de 1962, dois anos antes da divulgação do relatório sobre os riscos que o tabagismo causa à saúde de Luther Terry, um grande cirurgião geral americano.

O Royal College of Physicians (RCP) conseguiu abordar o mesmo assunto em um relatório que conseguiu superar o de Luther Terry.

O RCP conseguiu ligar os cigarros comuns a doenças como:

  • câncer;
  • doenças cardiovasculares;
  • doenças de pulmão;
  • bronquite crônica.

Hoje a RCP emitiu outro relatório simplesmente histórico que deveriam inspirar profissionais norte americanos (EUA) e de outras partes do mundo, garantindo que os cigarros eletrônicos são a verdadeira alternativa contra o uso do cigarro comum.

“Substituir de forma massiva o uso de cigarros eletrônicos, ou outros produtos de nicotina não relacionados ao cigarro que conhecemos, possui um potencial de evitar praticamente todos os danos causados pelo cigarro comum na sociedade”, nota do RCP.

“Promover o uso de cigarro eletrônico, no lugar de produtos da indústria do tabaco como forma de substituição ao tabagismo, provavelmente trará ganhos gigantescos para a saúde do Reino Unido”, complementa o RCP.

O que o relatório da RCP conseguiu abordar de forma extremamente cuidadosa, destrói todas as principais críticas sobre o uso de cigarro eletrônicos.

O cigarro eletrônico com essência faz mal? É mais seguro do que o cigarro comum?

“O vapor produzido pelo cigarro eletrônico possui muito menos toxinas do que o cigarro convencional, e o que está presente possui níveis muito menores do que a fumaça do cigarro normal”, observa o relatório.

Dentro das condições normais de uso, as toxinas contidas no vapor do cigarro eletrônico e seus níveis.

Quando inalados estão muito abaixo dos valores propostos por órgãos regulamentadores que prescrevem a exposição ocupacional; sabendo disto, danos considerados significativos a longo prazo são incomparáveis.

Alguns danos causados pela uso prologando a baixo níveis de toxinas ao longo de diversos anos ainda poderão surgir, mas a gravidade desses riscos em relação ao cigarro comum será massivamente menor.

Embora ainda seja cedo para que possamos concluir com precisão o risco à saúde a longo prazo ao uso de cigarros eletrônicos.

Os dados disponíveis até o momento apontam que praticamente improvável que exceda 5% (95% menos prejudicial) se comparamos com os danos destruidores do cigarro convencional, complementa o relatório.

Fonte: Royal College of Physicians says e-cigarettes can prevent almost all the harm from smoking.

E aí, o cigarro eletrônico faz mal a saúde?

Só para você ter uma ideia, nenhum estudo apresentado até agora consegue demonstrar claramente os “sérios” riscos causados pelo uso dos cigarros eletrônicos ou vaporizadores eletrônicos.

Hoje os argumentos das grandes indústrias que são contra o uso dos e-cigs, estão usando argumentos cada vez mais rasos.

Um dos argumentos mais usados agora é: os cigarros eletrônicos são verdadeiramente atraentes para os adolescentes, sendo visto como uma porta de entrada para o consumo de nicotina.

Agora pare aqui! Quantos adolescentes você lembra ter visto fumando cigarro comum? Quer dizer que é melhor usar o cigarro convencional, algo com mais de 6.000 substâncias?

Essas são algumas perguntas que precisamos nos fazer, quando o dinheiro entra em jogo ou a falta dele, os barões das indústrias e da política “choram cédulas falsas”.

A grande realidade é que eles tentam fazer de tudo para queimar algo que pode salvar vidas.

Ao contrário do que pregam, sabemos que o uso de cigarro eletrônico é exatamente para sessar o uso do cigarro comum e não para atrair novos usuários que nem fumam.

Estamos falando de salvar vidas, não de viciar pessoas. A regra é clara: se você não fuma, muito provavelmente você não terá interesse por cigarro eletrônico, muito menos usará o vape o dia inteiro.

Assista esse vídeo rápido sobre a “A verdade sobre se o cigarro eletrônico faz mal?”:

Assista o vídeo abaixo publicado pela TecMundo e tire suas próprias conclusões:

Cigarro eletronico Juul faz mal?

O Juul é um cigarro eletrônico, ele é do tipo aparelho Pod, onde o nível de nicotina é maior e é usado principalmente por aqueles que acabaram de deixar de fumar.

Um juice nic salt é elaborado de furma diferente de um juice vape freebase, mas isso não quer dizer que faça mal a você.

Para entender mais sobre este tema, você precisa ver este conteúdo, onde falamos detalhes sobre o juice vape.

Por que ainda existem tantas questões negativas sobre cigarros eletrônicos?

Agora que você já sabe que o uso de cigarro eletrônico é seguro, mesmo assim deve se perguntar por que há tanto alvoroço sobre o uso de vaporizadores eletrônicos?

Por que ainda debatem tanto sobre os níveis de segurança deste produto que vem agradando tanto o público tabagista?!

Com certeza ainda existem bastante o que discutir sobre a saúde pública, mas o fator principal dos holofotes sobre o uso de cigarros eletrônicos está relacionado ao dinheiro.

Os gigantescos ganhos da indústria do tabaco está em jogo, da mesma forma o governo que recebe fatias gordas desse valor que são os tributos sobre o cigarro.

Como funciona o cigarro eletrônico?

Saber como os vaporizadores eletrônicos funcionam é essencial nesta discussão de hoje.

Embora você enxergue o cigarro eletrônico com uma grande proximidade ao cigarro convencional, é importante você saber que o funcionamento é completamente diferente.

Os cigarros comuns passam por processo de combustão, eles são acessos e queimam. Enquanto os cigarros eletrônicos transformam os líquidos em vapor.

O vapor é inalado e em seguida as nuvens de valor são exaladas, além de não haver o tabaco usado no cigarro convencional, o que diminui massivamente a quantidade de substâncias químicas do cigarro normal.

Outro ponto importante sobre os cigarros eletrônicos é que você não incomoda as pessoas com o vapor, o cheiro do vapor é sensacional, diferente da podridão causada pelo cigarro comum.

Cigarro eletrônico sem nicotina faz mal? Os cigarros eletrônicos são 100% seguros?

Por mais que os estudos sérios feitos sobre o uso de cigarros eletrônicos não considerem praticamente danos causados pelo uso dos e-cigs.

Além de não haver nenhuma evidência até agora de câncer, danos aos pulmões ou à boca, não usar o cigarro eletrônico é melhor que usar.

Apesar de termos dito que o cigarro eletrônico é menos nocivo que o cigarro comum, se você não fuma, não use cigarro eletrônico.

A maioria dos líquidos contêm nicotina e essa substância é um produto químico viciante, se você parar de usar sentirá sintomas de abstinência.

Logicamente, existem e-líquidos que não possuem nicotina, enquanto outros podem chegar a 50 mg.

Se você está querendo parar de fumar cigarro comum, você pode optar por iniciar com níveis de nicotina de acordo com o seu vício de cigarro normal e ir diminuindo de forma gradativa.

De qualquer forma, garanta que você irá adquirir um produto de qualidade, seguindo algumas dicas:

  • evite produtos falsificados;
  • adquira aparelhos para iniciantes se você está começando;
  • diminua o nível de nicotina gradativamente;
  • não compre marcas só porque seu amigo indicou;
  • pesquise mais sobre marcas, sabores e tipos de juices e vapes;
  • compre em sites de vaporizadores eletrônicos confiáveis;
  • o barato sai caro.

Conclusão

Diversas pesquisas ainda virão e realmente precisam ser feitas para viabilizar o uso dos cigarros eletrônicos em todo o mundo, principalmente aqui no Brasil.

Precisamos que a ANVISA tome uma atitude mais rápida a este respeito e traga informações claras sobre o uso de cigarros eletrônicos e deixe as pessoas tranquilas.

Mas, saiba que se você usar um cigarro eletrônico no lugar do cigarro normal você estará salvando a sua vida.

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